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Deputado Dal Barreto se manifesta após ser alvo da Operação Overclean e afirma confiar na Justiça

O deputado federal Dal Barreto (União Brasil) se manifestou publicamente após ter sido alvo da 6ª fase da Operação Overclean, deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã desta terça-feira (14). A ação teve como objetivo desarticular um grupo criminoso suspeito de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro.


De acordo com informações obtidas pelo Bahia Notícias, o parlamentar foi encaminhado à delegacia da Polícia Federal, em Salvador, e liberado por volta das 15h, após prestar esclarecimentos. O celular do deputado foi apreendido e permanece sob custódia da PF.

Em nota pública, Dal Barreto afirmou que ainda não teve acesso ao inquérito, apenas ao mandado de busca e apreensão, e declarou estar à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.

Não tive acesso ao inquérito policial, apenas ao mandado de busca e apreensão, não tendo, portanto, conhecimento acerca dos fatos investigados. Coloco-me à inteira disposição da Polícia Federal para colaborar com as investigações e prestar os devidos esclarecimentos, sempre que solicitado, agindo com transparência e respeito às instituições”, afirmou o parlamentar.


O deputado também reafirmou sua inocência e destacou confiança nas instituições brasileiras, dizendo estar certo de que todos os fatos serão devidamente esclarecidos.

Tenho certeza da conduta proba, republicana e dentro da legalidade com que sempre tratei os recursos públicos, logo a minha completa inocência será amplamente demonstrada”, declarou.

No comunicado, Dal Barreto ressaltou ainda seu compromisso com o povo baiano, com a verdade e com a legalidade, e disse confiar que o processo será conduzido “de forma isenta, técnica e respeitosa”.


A Operação Overclean, em sua sexta fase, foi deflagrada pela Polícia Federal, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil (RFB). Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e medidas cautelares diversas da prisão, além do sequestro de valores obtidos supostamente de forma ilícita.

As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e lavagem de dinheiro.


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